06 fevereiro 2017

Harlan Coben, livros não publicados no Brasil

Leitura de final de semana! Harlan Coben (foto). Coben publicou, “Play Dead” em 1990 e “Miracle Cure” em 1991, sem traduções para o português. Logo após essas publicações ele começou a escrever a série de Myron Bolitar (todos os livros lidos e resenhados nesse blog). O suspense independente Não Conte a Ninguém, foi um sucesso e em 2006, o diretor de cinema Guillaume Canet transformou o livro no thriller francês Ne le dis um personne

Harlan Coben escreveu mais 14 romances autônomos. Seus livros aparecem regularmente na lista de bestsellers do New York Times. para quem gosta de livros com bom suspense policial, Coben é uma boa indicação.
Embora não tenha tradução para o português. Deixo aqui a resenha dos dois livros.

PLAY DEAD (1990) ~ HARLAN COBEN 

Assim que a supermodelo Laura Ayers e a estrela do Basquete, David Baskin casam, uma tragédia acontece.  Na lua de mel, David sai para nadar e nunca retorna. Laura não se conforma e procura saber mais sobre a morte de David.

Quanto mais pesquisa mais Laura, vai entender que o sumiço de David está relacionado com sua família, especificamente com sua mãe Mary Ayes e sua tia Judy Ayers.

Essa é a primeira obra de Harlan Coben. Um livro cheio de intriga, mistério e um final surpreendente bem ao gosto de Coben.




MIRACLE CURE (1991) ~ COBEN 

Considerando que foi escrito há mais de 26 anos, o livro é muito bom e continua atual. 

Sara Lowell é uma jornalista dedicada e seu esposo é uma estrela da NBA. Procurado pelo amigo Dr. Harvey Riker, Sara aceita fazer a cobertura de crimes envolvendo a clinica onde Riker trabalha para encontrar a cura para a AIDS.

Duas mortes ligadas a pacientes da clinica e o suspeito suicídio do Dr. Bruce Grey, são suficientes para Sara procurar ajuda de um detetive amigo, Max Bernstein.


Enquanto as mortes continuam, Max e Sara tentam desvendar quem está querendo sabotar a clinica e consequentemente a cura da AIDS.

31 janeiro 2017

O Negociador ~ John Grisham


Em O Negociador, somos apresentado a Kyle McAvoy, um estudante de direito brilhante e idealista. Prestes a se formar, Kyle já planejou sua carreira - três anos de serviço público, ajudando os menos afortunados, e depois uma próspera carreira em uma grande firma. 

Tudo caminha para isto até que Kyle é procurado pelo misterioso Bennie Wright, que lhe mostra um vídeo feito no apartamento de Kyle e mais três amigos, cinco anos antes. O filme mostra os rapazes em uma festa, e dois deles mantendo relações com Elaine Keenan, que, mais tarde, alega ter sido estuprada pelos jovens. Na época, o incidente foi investigado pela polícia e depois arquivado sem ir aos tribunais. Mas agora Bennie tem o vídeo que pode provar que os garotos não eram tão inocentes, e está disposto a usar para forçar Kyle a cooperar com seus planos de espionagem. 

Kyle é forçado a aceitar uma vaga na Scully & Pershing, que anuncia ser a maior firma de direito do mundo. Ele terá que descobrir algumas informações confidenciais sobre o maior caso da empresa e passar para Bennie e seus associados. Ao mesmo tempo em que tenta se ajustar ao novo trabalho, Kyle tenta encontrar uma forma de se livrar da chantagem e ajudar seus amigos. 


Outras resenhas de John Grisham, por ordem de publicação do autor:
1. Tempo de Matar (1989)
2. A Firma (1991)
3. O Dossiê Pelicano (1992)
4. O Cliente (1993)
5. A Camara de Gás (1994)
7. O Júri (1996)
8. O Sócio (1997)
9. O Advogado (1998)
10. O Testamento (1999)
11. A Confraria (2000)


21 novembro 2016

Para Sempre Alice ~ Lisa Genova

Para Sempre Alice, de Lisa Genova, é uma emocionante história sobre Alzheimer. Alice Howland é uma renomada professora de psicologia e linguística na Universidade de Harvard. Casada, com três filhos: Anna, advogada; Tom, médico e Lydia, atriz. Lydia é fantástica, tanto no filme quanto no livro. 

A obra foi adaptada pera o cinema, sendo Alice, interpretada por Julianne Moore, que recebeu prêmio de melhor atriz no Globo de Ouro e no Oscar.

Vale ler e ver… é emocionante.
“Sou esposa, mãe e amiga, e logo serei avó. Ainda sinto, compreendo e sou digna do amor e da alegria dessas relações. Ainda sou uma participante ativa da sociedade. Meu cérebro já não funciona bem, mas uso meus ouvidos para uma escuta incondicional, meus ombros para que outros chorem neles, e meus braços para abraçar outras pessoas com demência. […] Não sou uma pessoa moribunda. Sou alguém que vive com a doença de Alzheimer. E quero fazê-lo tão bem quanto me for possível.”

05 setembro 2016

Amizades e Folias ~ G.K. Chesterton


Há algumas pessoas que se queixam das pessoas que não fazem nada. 

Outras ainda, mais misteriosas e extraordinárias, queixam-se de não ter nada que fazer. Quando lhes aparecem alguns dias ou horas em branco, resmungam contra a brancura desses dias e horas. 

Quando lhes dão o dom da solidão, que é o dom da liberdade, rejeitam-no e destroem-no deliberadamente com qualquer coisa (…). 

Falo apenas por mim; sei que é preciso de tudo para fazer um mundo, mas não posso deixar de estremecer quando vejo as pessoas deitarem à rua as suas férias duramente ganhas, como impelidas pela irresistível obrigação de fazer qualquer coisa. 

Pelo que me diz respeito, posso dizer que nunca tive o bastante nada que fazer. Sinto como se nunca tivesse tido o ócio preciso para desembrulhar uma décima parte da bagagem da minha vida e dos meus pensamentos. 

Não é necessário dizer que não há nada de particularmente misantrópico no meu desejo de isolamento, muito pelo contrário. Na minha adolescência, como disse, fui algumas vezes, e numa direção bastante ruim, um isolado da sociedade. Mas, depois de adulto, nunca mais me senti tão sociável como quando só.

G.K. Chesterton, Autobiografia, cap. X  - Amizades e folias, 243 p.
Gilbert Keith Chesterton, (Londres, 29 de maio de 1874 – Beaconsfield 14 junho de 1936), conhecido como G. K. Chesterton foi jornalista, poeta, historiador, teólogo e ensaísta.

Fique Comigo ~ Harlan Coben

Megan Pierce, antes conhecida como Cassie, vive com o Marido e os dois filhos em uma confortável casa. Do passado ela lembra que quer esq...