16 abril 2015

O CÓDIGO DA VINCI ~ Dan Brown

Museu do Louvre, França, Jacques Saunière, líder de uma antiga fraternidade, O Priorado de Sião (que teve membros como Leonardo da Vinci e Isaac Newton) é assassinado.

Antes de morrer Saunière deixa uma mensagem na esperança de que sua neta a criptógrafa Sophie Neveu, decifre. Sem sucesso de entender o que Saunière quis dizer, Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard (a cátedra de simbologia não existe, é ficção), é chamado para ajudar a decifrar a mensagem. As circunstâncias acabam levando os dois a serem considerados suspeito do crime. Assim entre as obras de Da Vinci, ruas e prédios históricos de Paris eles buscam provar inocência.

Poucos passos à frente da polícia e do assassino, eles precisam elucidar as mensagens e alguns dos maiores mistérios do cristianismo e da arte de Da Vinci que vão deste o sorriso enigmático da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.
Para o historiador britânico Leigh Teabing, amigo de Robert Langdon: Jesus Cristo teria sido um descendente da família real judaica. Ele teria se casado com Maria Madalena tendo uma filha de nome Sarah. Com a execução de Jesus, Madalena fugiu para a França originando os Merovíngeos, a primeira dinastia dos reis da França. O Priorado de Sião seria uma sociedade secreta destinada a proteger os descendentes de Jesus, portadores do Santo Graal, Sangue Real.

No livro, a Igreja Católica aparece como uma mentira histórica, produto da invenção do imperador Constantino, que procurava uma religião para todo o império. Antes de Constantino, o cristianismo teria sido uma religião pregada por Jesus, marido de Madalena, pai de Sarah. O imperador teria fundido os ensinamentos cristãos com as tradições pagãs, para que fossem aceitos pelo povo. Ele também promoveu o Concílio de Nicéia, declarando a divindade de Jesus.
Como ficção o livro é bom. Um só aparte, não há base histórica que sustente a fantasia de Dan Brown, seja na parte artística ou religiosa, mas isso ele reconhece, embora alguns de seus leitores vejam a ficção como verdade.
Bem ao estilo de Dan Brown, num frenesi de New Age, ele une teorias fictícias de Maria Madalena, os Templários, o Priorado de Sion, a Rosa Cruz, os números de Fibonacci e a Era de Aquário. Em tempo: não há verdade nessa ficção, por isso apreciem a ficção mas não confunda com fatos históricos.
Outra resenha de Dan Brown no blog: Fortaleza Digital

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