27 março 2015

Diane Faria

               
Lembranças da minha infância,
Inconsciência da existência;
Livros, contos e poesias,
Flores no altar da fé,
As árvores e as frutas colhidas do pé,
Risadas no pátio do colégio espantavam o tédio;
Brincadeiras juvenis,
Ensinamentos sutis.
Não pretendo revivê-las,
Percebi que tudo o que se vive é efêmero embora pareça eterno e verdadeiro;
Quero apenas a saudade
do que outrora foi minha realidade.
Trago comigo ondas sucessivas de emoções,
Uma angústia por confissões,
A melancolia da lua que me espia,
O brilho da estrela guia,
A caricia do vento que me fortalece,
                E a infinita alegria do sol que me aquece.

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