27 março 2015

Diane Faria

               
Lembranças da minha infância,
Inconsciência da existência;
Livros, contos e poesias,
Flores no altar da fé,
As árvores e as frutas colhidas do pé,
Risadas no pátio do colégio espantavam o tédio;
Brincadeiras juvenis,
Ensinamentos sutis.
Não pretendo revivê-las,
Percebi que tudo o que se vive é efêmero embora pareça eterno e verdadeiro;
Quero apenas a saudade
do que outrora foi minha realidade.
Trago comigo ondas sucessivas de emoções,
Uma angústia por confissões,
A melancolia da lua que me espia,
O brilho da estrela guia,
A caricia do vento que me fortalece,
                E a infinita alegria do sol que me aquece.

4 comentários:

  1. Amei o poema. É de sua autoria?
    #jrgouveia

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  2. Diane Faria, aprecio a forma como escreve, sempre chega ao meu coração e me faz 'ver' com os olhos da alma. Obrigada.

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  3. Obrigada Claudia, eu agradeço pela gentileza e pela generosidade. Poder expressar e dividir minhas emoções e percepções é uma grande alegria. Estou ainda começando, mas espero poder contribuir mais e aperfeiçoar minha linguagem. Serei eternamente grata, você foi a pessoa que mais me incentivou. Obrigada por me ajudar a comprender melhor a existência. Suas palavras de incentivo são sempre um bálsamo.

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